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4 erros que todos os aspirantes a diplomata devem evitar

4 erros que todos os aspirantes a diplomata devem evitar

Olá, futuras e futuros diplomatas!

 

Tudo pronto para as festas de fim de ano? E os estudos, como vão?

 

Para te ajudar nesse final do ano, vamos te dar uma dicas dos erros mais comuns a serem evitados na caminhada rumo ao Itamaraty.

 

Vem com a gente!

 

“Preciso ler todos os livros!”

 

Ainda é um comum achar que existem livros cuja leitura é obrigatória para prestar o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata, e que o concurso se resume a ler cada um deles. É verdade que já houve uma lista de obras recomendadas, mas ela acabou há quase dez anos.

 

Não estamos aqui querendo dizer para você não ler nada! Em todas as matérias, há obras importantes cujo conteúdo frequentemente aparece nas questões do concurso. Mas os livros devem estar dentro de uma estratégia de estudo pragmática: o foco não é necessariamente concluir a obra, mas aproveitar o que daquele livro será útil para o concurso.

 

“Vou concluir essa matéria, depois eu estudo as demais”

 

Português, Inglês, Francês, Espanhol, História do Brasil, História Mundial, Geografia, Política Internacional, Noções de Direito e Direito Internacional Público, Noções de Economia… só de falar todas as matérias que caem no CACD já dá uma canseira!

 

Imagine que você decida estudar apenas uma matéria para, apenas depois de concluída, começar outra? Quanto tempo você passaria para terminar tudo? E mais: será que, ao final da última matéria, você lembraria bem o que estudou da primeira?

 

É verdade que o edital do CACD abrange muitos temas, e isso é um grande desafio. Por isso, o ideal é tentar abordar se não todas, ao menos metade das matérias de uma vez só. É uma maneira de se manter sempre em contato com os conteúdos, já que eles são tão distintos entre si. Afinal de contas, as questões então cada vez mais conectadas, e no dia da prova não vai dar pra fazer apenas uma parte das questões, não é mesmo? E sobre fazer a prova…

 

“Ah, só vou prestar o concurso quando estiver preparado de verdade”

 

Dado o nível de dificuldade do CACD, é comum achar que fazer a prova está muito além da sua capacidade. Mas você não deve ceder a esse sentimento!

 

Muitas vezes, só fazer a prova quando se sentir “preparado” te faz perder uma ótima chance de se preparar para as próximas vezes. É preciso ser honesto consigo: a regra é tentar o concurso várias vezes até conseguir passar (sim, tem gente que passa de primeira! Mas não é tão comum assim). A boa notícia é: todo ano tem concurso! Se ser diplomata é o seu sonho, que tal tentar fazer a prova e ver no que dá? Não custa nada!*

 

*Tá, custa R$ 230,00, mas hoje em dia isso é um preço de uma peça de roupa! Se você guardar dois reais por dia a partir de hoje, chega nesse valor sem problemas até o dia da prova.

 

“Pronto! Terminei esse tópico. Agora está memorizado para sempre”

 

Ah, se ao menos fôssemos máquinas…

 

Mas a verdade é que estudar é um esforço prolongado e constante. Infelizmente, nosso cérebro não guarda tudo o que vê, ainda mais com a montanha de informações que recebemos todos os dias. Por isso, para transformar uma memória de curto prazo em uma de longo prazo, é essencial a revisão. Só revisando constantemente você mantém todos os conteúdos fresquinhos na sua memória. Ah, e lembrando que revisar não significa estudar tudo de novo, tá?

 

E aí, pronto pra superar todos esses erros? Conte com o Sapi para te ajudar!

 

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Até a próxima!

 

 

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