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5 clichês sobre

5 clichês sobre "Como Ser Um Diplomata" pra você desmentir na ceia do Natal

Olá, futura e futuro diplomata!

 

Então é Natal… e o que você fez? Estudou bastante, esperamos!

 

Chegamos ao final de mais um ano, e, com ele, mais um ciclo do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata chega ao fim. No último dia 14, foi divulgada a lista final dos aprovados no CACD 2018. Parabéns para todos e todas!

 

Já para os demais, esta é a magia dos ciclos: quando um se fecha, outro se abre... E o CACD 2019 não vai estar muito longe!

 

Mas é Natal, tempo de ceia e se reunir com a família e os amigos. E nessas reuniões, além do tiozão do pavê, sempre tem aquele parente que chega com aquela famigerada pergunta: “e os concursos?”.

 

É verdade que o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata é um dos mais conhecidos do Brasil. Ao mesmo tempo, muita gente ainda reproduz clichês sobre o certame, que não tem nenhuma relação com a realidade.

 

Nesse post, iremos desmistificar cinco dos clichês mais comuns. Além disso, vamos sugerir uma versão melhor da frase batida, para você tirar de letra qualquer conversa com parente enquanto se serve do peru.

 

  1. 1. “Esse concurso é só pra gênio!”

 

Esse costuma ser o primeiro pensamento que temos quando damos uma olhada na imensa lista de assuntos do edital. Mas não podia ser mais falso!

 

Aprovados do CACD não provêm de uma camada especial da sociedade, não são predestinados ao Itamaraty, tampouco possuem uma inteligência superior. São pessoas de carne e osso: dormem, comem, tomam banho, vão pra balada, ouvem música popular, têm angústias... Mesmo os aprovados - a grande maioria deles - já tiveram que lidar com a reprovação em algum momento da preparação. Faz parte do jogo! A diferença é que eles não desistiram e continuaram estudando até a aprovação.

 

Então, se alguém vier soltar esse clichê, responda assim: “O CACD é para quem persiste”.

 

  1. 2. “Tem que ser de Direito ou RI para passar”

 

Muitas pessoas de outras áreas acham que o CACD é coisa “do povo de humanas”. Ledo engano! Para começar, o edital é bem claro: tudo o que é preciso é ter um diploma em curso superior em qualquer área. Não se ganha pontos extras por ser de Direito ou Relações Internacionais.

 

É verdade que boa parte dos aprovados de cada ano costuma vir desses dois cursos. No entanto, o próprio Itamaraty incentiva que pessoas das mais diversas áreas prestem o concurso, a fim de conferir uma pluralidade de pontos de vista ao corpo diplomático. Não faltam exemplos no órgão: Guimarães Rosa, escritor e diplomata, era médico. Roberto Azevêdo, diplomata brasileiro e atual presidente da Organização Mundial do Comércio (OMC), é formado em engenharia. 

 

Aqui, a resposta ao clichê é direta: “Passa gente de todo curso. É até melhor que seja assim!

 

  1. 3. “Sempre fui bem no colégio/faculdade, é só eu estudar do mesmo jeito”

 

Essa o candidato costuma dizer para si mesmo, mas não é bem assim...

 

Se, por um lado, é preciso sempre acreditar que a aprovação é possível, por outro, é necessário reconhecer que mudanças precisam ser feitas. Muitas vezes, o ritmo de estudos adotado na faculdade é diferente do de um concurso público. Quem nunca deixou aquele trabalho para ser feito de última hora?

 

Com uma alta demanda e uma pequena quantidade de vagas, o concurso precisa adotar uma estrutura mais rigorosa. Por isso, para o CACD, a disciplina deve ser total. Lembre-se: é uma prova de persistência. É preciso que o candidato monte um planejamento consistente e esteja sempre estudando.

 

Se estiver achando que vai ser moleza, pense assim: “O CACD é diferente, preciso me dedicar mais”. 

 

  1. 4. “Quando o edital sair eu começo a estudar”

 

Essa é uma falha comum em qualquer concurso público. Com o CACD, é ainda mais grave.

 

Geralmente, existe um intervalo de 60 dias entre a publicação do edital e a primeira fase (conhecida como TPS). Esse tempo é pouquíssimo para começar a abordar a extensa lista de conteúdos do concurso de diplomata. Tentar estudar tanta coisa em tão pouco tempo só vai criar angústia e frustração.

 

Aqui o conselho é simples: “Quanto antes eu começar a estudar, melhor”.

 

  1. 5. “Uma preparação boa só se consegue nos grandes centros”

 

Essa já foi verdade por algum tempo. No passado, não foram poucos os candidatos que se deslocaram para o Rio de Janeiro, São Paulo ou Brasília para iniciar seus estudos em cursinhos presenciais.

 

Hoje em dia, não mais! A difusão de conhecimentos pelas redes digitais facilitou o acesso aos conteúdos de preparação para a diplomacia. O Sapientia, por exemplo, disponibiliza todas as suas aulas inteiramente on-line. Você pode acompanhar nossos cursos em qualquer lugar do Brasil e do mundo, a qualquer momento. Basta ter uma conexão à Internet.

 

Por isso, troque esse clichê por essa frase aqui: “Uma boa preparação é com o Sapientia!”

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Feliz Natal para todo mundo!

 

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