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Fatos Históricos

A História da Independência do Uruguai

A História da Independência do Uruguai

Depois da II Guerra Mundial, que devastou dezenas de países e tomou a vida de milhões de seres humanos, existia na comunidade internacional um sentimento generalizado de que era necessário encontrar uma forma de manter a paz entre os países.

 

Porém, a ideia de criar a ONU não surgiu de uma hora para outra. Foram necessários anos de planejamento e dezenas de horas de discussões antes do surgimento da Organização.

 

A estátua de General Artigas simboliza a luta pela Independência do Uruguai.


Início do processo de independência do Uruguai


O processo de revolução tem início na capital hermana de Buenos Aires. Na denominada Revolução de Maio de 1810, a Banda Oriental do Uruguai demorou a se juntar. Só a partir do Grito de Asencio (chamada para a revolução), em 1811, que tem-se início o processo de revolução. A luta armada toma então conta da capital uruguaia entre os anos de 1810 e 1814.

 

Buscando a independência junto às colônias espanholas, e liderado pelo General José Artigas, a Banda Oriental resiste à invasão luso-brasileira. O general, porém, é derrotado na batalha de Catalán, em 1917, iniciando pequenos movimentos de guerrilha que durariam três anos.

 

A derrota na Batalha de Tacuarembó fez a resistência do general sucumbir. Em 1820, o combatente uruguaio refugia-se no Paraguai, onde morre três décadas depois, sem ter retornado ao Uruguai.

 

No ano de 1821, após o exílio de Artigas, o Uruguai é anexado ao Brasil. Por meio de uma aliança entre brasileiros e portugueses, a região é batizada de Província Cisplatina. No ano de 1825, os brasileiros são expulsos da província pelo líder uruguaio Juan Antonio Lavalleja. Sob ajuda de tropas da argentina, Lavalleja proclama a independência do Uruguai no mesmo instante. No entanto, o ato só é reconhecido pelos vizinhos três anos mais tarde, através do Tratado de Montevidéu.

 

Durante o período de colonização, disputas territoriais e ideológicas entre latinos e europeus fizeram o número de charruas diminuir. Devido a doenças, desavenças com brancos e extinções em massa, os antigos majoritários da região reduziram-se gradualmente. Para se ter ciência, em 1832, os Charruas são completamente dizimados.

 

Com o estabelecimento de uma república, a política divide-se entre conservadores (blancos) e liberais (colorados). As desavenças entre visões políticas levaram o país a uma Guerra Civil que se estenderia por 12 anos (1839-1851).

 

A estabilidade após a Guerra Civil


Após a guerra interna, o Uruguai adentra a Guerra do Paraguai, em 1865. Fazendo parte da vitoriosa Tríplice Aliança junto de Argentina e Brasil, o país consegue estreitar relações com os vizinhos.

 

No entanto, é no trabalho do presidente Battle y Ordonez, no início do século XX, que o Uruguai chega à estabilidade. A instituição de um sistema social findado proporcionou uma qualidade de vida melhor ao uruguaio.

 

Essa estabilidade rendeu o apelido de “Suiça Americana” ao país, o que durou até meados dos anos 1950. A alcunha duraria mesmo com a breve substituição do presidencialismo por um Conselho de Administração, que duraria por 14 anos.

 

No ano de 1967 o presidencialismo retorna com a promulgação de uma nova constituição. Esta, porém,não duraria muito tempo, já que o país enfrentaria uma ditadura entre os anos de 1973 e 1980. Após isso, a democracia é enfim consolidada, no ano de 1980.

 

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