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Olá, Sapientes!
Quando começamos nossos estudos em Política Internacional, voltados ao Concurso para Diplomata, normalmente, a primeira matéria a ser estudada são as teorias de Relações Internacionais. Para quem é formado na área ou faz acompanhamento com um curso específico sobre o assunto, provavelmente, já tem em mãos alguns manuais que explicam as correntes teóricas com a profundidade necessária para o certame.
Pois bem, a sugestão de leitura de hoje não traz um, mas dois livros bem sucintos que podem ser utilizados como guias rápidos para quando precisar fazer uma consulta com prontidão, e, também, como complemento àqueles manuais clássicos de Relações Internacionais mais densos, sedimentando, ainda mais, o conteúdo estudado. Curiosos? Então anotem aí: Introdução ao Estudo das Relações Internacionais (volume 1), de Virgílio Arraes e Thiago Gehre, e Teoria das Relações Internacionais (volume 2), de Daniel Jatobá.
Ambos os livros pertencem à coleção “Temas Essenciais em R.I.”, os quais foram escritos por professores ligados ao curso de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, ou seja, com linhas de pensamento conectadas àquilo que pode ser cobrado pela banca organizadora do nosso concurso. E mais, se você está iniciando seus estudos em teorias, esses dois livros, com pouco mais de 100 páginas cada, serão ótimos introdutórios, que vão preparar o terreno para leituras posteriores mais densas.
O foco do Introdução ao Estudo das Relações Internacionais é o de apresentar “os alicerces teóricos, conceituais e metodológicos que sustentam a ciência das Relações Internacionais, (...) destacando as origens do pensamento teórico e as ideias fundamentais das principais instituições que caracterizam a vida internacional”. Já o Teoria das Relações Internacionais tem o objetivo de oferecer “as principais perspectivas teóricas (tradicionais e contemporâneas) das Relações Internacionais em linguagem clara e objetiva”. Isso significa que um complementa o outro, sendo uma ótima pedida ler o volume 1 primeiro e, em seguida, o volume 2. Ah, e eles são baratinhos. Então, vocês os encontrarão facilmente em livrarias físicas ou virtuais. Partiu leitura?
De fato, Política Internacional é a matéria com maior peso na prova, afinal, ela é o cerne da diplomacia. No Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2018 – o último realizado até o momento –, a primeira fase objetiva contou com 12 questões das 73 totais, representando, assim, 16,4% da nota só nessa etapa. E, na terceira fase do concurso, Política Internacional tem uma prova exclusiva, com 4 questões dissertativas, somando até 100 pontos em sua nota classificatória final. Não tem jeito. Se existem matérias em que devemos ser bons para o concurso, Política Internacional, certamente, é uma delas.
Respire fundo, pois nós temos a solução. Aqui no Sapientia, o Curso Regular Extensivo, que começou há pouco, é o tipo de orientação ideal para quem quer explicações detalhadas sobre todos os pontos do edital. Desse modo, você terá todo o apoio necessário, com aulas on-line 100% inéditas, plantão de dúvidas diretamente com o professor e materiais em PDF. Fora o corpo docente do Sapientia, que é reconhecidíssimo no mercado. Não há tempo a perder. Vem com a gente pro CRE!
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Até a próxima sugestão de leitura!
Uma abordagem prática e honesta sobre foco, equilíbrio e confiança na sua trajetória.
O Dia do Diplomata, celebrado em 20 de abril, data do nascimento do Barão do Rio Branco, é um marco simbólico da diplomacia brasileira. Mas, além de uma homenagem ao patrono do Itamaraty, a data também nos convida a refletir sobre a cara da diplomacia hoje: quem representa o Brasil no exterior? Que vozes compõem o corpo diplomático? A dip
A carreira diplomática é frequentemente associada a eventos de gala, negociações de alto nível e viagens internacionais. No entanto, por trás dos bastidores, a verdade é que a carreira diplomática é construída sobre experiências humanas profundas, desafios práticos e aprendizados que extrapolam as páginas dos livros.