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Terceira Fase do CACD 2018: o que teve?

Terceira Fase do CACD 2018: o que teve?

Olá, sapientes! Aproveitaram o feriadão para dar um gás naquela matéria atrasada?

 

Antes de começar, uma pequena explicação sobre a estrutura do concurso: Depois de aprovado na prova objetiva, (o famigerado TPS), o candidato presta a Segunda e a Terceira Fase, ambas compostas por provas discursivas. Para a Terceira Fase, são seis provas ao todo: História do Brasil; Geografia; Política Internacional; Noções de Economia;

 

Noções de Direito e Direito Internacional Público; Língua Espanhola e Língua Francesa. Para o CACD 2018, as seis provas ocorreram nos dias 12, 13 e 14 de outubro, sendo duas a cada dia (uma às 9h da manhã, outra às 15h), cada uma com duração de quatro horas e com quatro questões.

 

História do Brasil

 

Na prova de História do Brasil, abordaram-se o Período Joanino, o Primeiro Reinado, a Era Vargas e a República Liberal.

 

A primeira questão foi totalmente dedicada ao integralismo, movimento de caráter fascista surgido na década de 1930.

 

Já a segunda pediu para que se dissertasse sobre a Guerra da Cisplatina, conflito do início do século XIX que resultou na independência do Uruguai. Em seguida, a terceira questão abordou o tratamento dado pelo sistema interamericano à questão dos mísseis cubanos, com atenção à Política Externa Independente brasileira. Por fim, a quarta questão tratava da transmigração da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, suas motivações e consequências.

 

E aí, dava pra gabaritar essa prova?

 

Geografia

 

A prova de Geografia abordou tanto questões teóricas quanto temas da atualidade. Na primeira questão, pediu-se para abordar o impacto da produção de riscos e vulnerabilidades. Já a segunda foi dedicada totalmente à Amazônia, solicitando-se que se diferenciassem os diversos termos técnicos relacionados à região. Para a terceira, era necessário conceituar o espaço e o território segundo diferentes correntes teóricas da geografia. Ao final, a quarta questão pedia que se dissertasse sobre um fenômeno recente: a imigração de brasileiros para Portugal.

 

Política Internacional

 

A prova de PI também abordou temas contemporâneos e aspectos teóricos. Na primeira questão, cabia ao candidato dissertar sobre a OMC. A segunda, de composição interessante, solicitava um posicionamento diante de uma citação de Joaquim Nabuco, com abordagem à imagem externa de um país. Já a terceira foi sobre a Doutrina Bush (o filho), inaugurada com sua presidência em 2002. Por fim, a questão quatro solicitava uma dissertação sobre a evolução do desenvolvimento como tema da agenda global.

 

Noções de Economia

 

A primeira questão da prova de Economia trouxe questões sobre teoria da firma, inserida no contexto de cadeia global de valor. Já a segunda foi sobre história econômica, pedindo para que se abordasse a política econômica das décadas de 1960 e 1970. Já a terceira, com semelhanças à prova do ano passado, abordava novamente o regime de metas de inflação. Ao final, a questão quatro pedia-se que se analisasse aspectos de uma empresa sob regime de concorrência perfeita.

 

Noções de Direito e Direito Internacional Público

 

Diferentemente do que ocorria nos anos passados, em que havia uma clara divisão entre questões de direito interno e direito internacional, a prova desse ano buscou mesclar elementos do direito das gentes e sua interação com a Constituição brasileira. A primeira questão foi toda sobre nacionalidade. Já a segunda mencionava a prisão civil do depositário infiel e a relação da legislação brasileira com acordos internacionais. A terceira questão pedia um comentário sobre uma afirmação, aparentemente contraditória, de que o DI contempla valores dos atores dominantes, ao mesmo tempo em que atua contra essa dominação. Por fim, a questão quatro pedia que se analisasse uma situação hipotética em que mencionava o depósito de um instrumento de ratificação brasileiro.

 

Língua Espanhola e Língua Francesa

 

Essa prova consiste em duas traduções e dois resumos. Para tradução para o espanhol, foi apresentado um texto de Cecilia Meirelles. Já a tradução para o francês deveria ser feita com base em um artigo sobre Guimarães Rosa. O resumo em espanhol era de um artigo em que se comparavam personagens femininas de Shakespeare e de García Lorca. Já para o francês, colocou-se um artigo da Le Monde Diplomatique sobre as contradições do “capitalismo verde”, ou ecológico.

 

Ufa! Muita coisa, não é mesmo?

 

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Até a próxima!

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