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Quero ser Diplomata, e agora?

Diplomata: o que é, o que faz e como se tornar um.

Diplomata: o que é, o que faz e como se tornar um.

Olá Sapientes!

 

Vocês gostam de estudar idiomas? Têm interesse por diversas culturas? Acompanham os noticiários internacionais? Já te disseram que vocês têm habilidades mediadoras? Se resposta foi sim, vocês são fortes candidatos a serem diplomatas.

 

Vamos, me conte! O que é ser um diplomata?

 

Quando muitas pessoas pensam a respeito da carreira diplomática, já projetam a imagem de um profissional da mais alta elite do país, cercado por diversas autoridades internacionais, bebendo champanhe e comendo Ferrero Rocher, ao som das Quatro Estações de Vivaldi em um baile de gala. Imaginou? Então, não é bem assim...

 

O diplomata é um servidor público que trabalha para promover os interesses brasileiros e estimular as relações entre o Brasil e outros países. Trata-se de um profissional de carreira lotado no Ministério das Relações Exteriores (MRE), também conhecido como Itamaraty.

 

Seu local de trabalho pode variar ao longo de sua trajetória, sendo possível exercer atividades dentro ou fora do Brasil. Em seu próprio país, o diplomata exerce suas funções, na maioria das vezes, em departamentos pertencentes e localizados no complexo do MRE em Brasília. Porém existe a possibilidade de atuar em escritórios regionais do Itamaraty alocados em outras cidades.

 

Fora do país, o diplomata desempenha suas funções em embaixadas e consulados brasileiros ou em missões internacionais em outros países. Há também a possibilidade de ocupar cargos em organizações multilaterais, como, por exemplo, em agências especializadas da ONU.

 

Mas o que faz um diplomata?

 

Para o diplomata Sérgio Bath, são três as funções dessa carreira: representar, negociar e informar.

 

Um diplomata pode exercer a representação desde a atuação em atividades de cerimonial e protocolo até a participação em assinatura de contratos e tratados como representante de seu governo.

 

Já a negociação permeia todas as funções diplomáticas, desde a obtenção de dados de um determinado setor ou país até as vias de fato para a concretização de um contrato ou tratado.

 

Por fim, a informação é associada à busca de dados importantes e específicos para a condução da política externa do país, sob a responsabilidade do MRE, e à defesa dos interesses brasileiros.

 

Ao diplomata, é também atribuída a função de promoção comercial, para divulgação da produção do país e para atração de investimentos e oportunidades comerciais para o Brasil.

 

É possível, ainda, que o diplomata exerça atividades consulares, dando apoio a brasileiros em viagens ao exterior ou mesmo aos que vivem em diferentes países. Veja nosso último post sobre como ser um cônsul aqui.

 

E aí, o coraçãozinho balançou?

 

Tem tudo a ver comigo. E como faço para me tornar um diplomata?

 

Os únicos pré-requisitos para ser um diplomata são: ser brasileiro nato, possuir uma graduação no ensino superior (em qualquer curso) e ter persistência e disciplina. E, não, ao contrário do que muitos pregam, você não precisa ser um gênio.

 

A diplomata Claudia Assaf afirma que o Itamaraty não busca um “candidato enciclopédico”, mas sim um “candidato analítico”, com a habilidade de pensar sobre as questões sob a luz de seu conhecimento e da interdisciplinaridade de todo o conteúdo estudado.

 

O ingresso na carreira se dá por meio do Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD). Aqui no Sapientia você encontrará todo o suporte para iniciar sua preparação, desde os primeiros passos rumo ao Itamaraty até conteúdos específicos para aprofundamento. Tudo com um reconhecido corpo docente e com a maior atenção e carinho a cada um de nossos alunos.

 

E aí, a diplomacia é para você? Então pode contar com o Sapientia!

 

>>> Saiba mais sobre como se preparar melhor aqui.

 

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