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Olá, sapientes!
Em 2015, vimos o ápice da crise migratória dos refugiados partindo do norte da África para a Europa. É difícil imaginar hoje, com tanto debate político gerado por essa questão humanitária, que o Mediterrâneo já foi uma via livre de passagem entre os dois continentes.
As marcas causadas pelas migrações
Apesar do fortalecimento do nacionalismo, que marca o fechamento das fronteiras na atualidade, tanto o lado norte como o sul do mar mediterrâneo apresentam marcas deixadas pelas migrações na cultura e na história. Portugal não é uma exceção a isso.
Não é segredo para ninguém que foram os conhecimentos dos mouros em matemática, cartografia e engenharia que permitiram aos reinos ibéricos saírem na frente das potências europeias nas grandes navegações. No entanto, os temas mais específicos dos 500 anos de dominação muçulmana na península Ibérica são pouco tratados nas escolas portuguesas.
Pouca abrangência dos traços deixados pelos muçulmanos
Durante o regime de Antônio Salazar (1932-1970), o tema da “reconquista” da península pelos reis católicos e as grandes navegações foi usado como uma ferramenta para fortalecer a identidade nacional. Nesse período, a historiografia nacionalista retratou os muçulmanos como os inimigos, os “outros”, e não como um grupo étnico que também passou a fazer parte do povo português.
Pouco mudou no currículo escolar sobre o tema desde a redemocratização do país. Os traços deixados pelos muçulmanos na cultura, culinária e arquitetura poderiam ser usados como fatores de valorização e integração da população islâmica local, porém, infelizmente são fatores pouco lembrados e valorizados.
Ah! Antes de terminar... Por que você não escuta “Milonga del Moro Judío”, do músico e poeta Jorge Drexler? É uma linda canção que fala sobre essa faceta da identidade ibérica!
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Bons estudos!
Uma abordagem prática e honesta sobre foco, equilíbrio e confiança na sua trajetória.
O Dia do Diplomata, celebrado em 20 de abril, data do nascimento do Barão do Rio Branco, é um marco simbólico da diplomacia brasileira. Mas, além de uma homenagem ao patrono do Itamaraty, a data também nos convida a refletir sobre a cara da diplomacia hoje: quem representa o Brasil no exterior? Que vozes compõem o corpo diplomático? A dip
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