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Sugestão de leitura para o CACD: Álvares de Azevedo

Sugestão de leitura para o CACD: Álvares de Azevedo

Conteúdo postado em 06/03/2020

Olá, futuros diplomatas!

 

A sugestão de leitura dessa semana traz para os ceacedistas um poeta que viveu entre 1831 e 1852 e se tornou o maior representante do Ultrarromantismo, Manuel Antônio Álvares de Azevedo. Poeta, contista e ensaísta nascido em São Paulo, Álvares de Azevedo recebeu bastante influência da poesia inglesa romântica de Lord Byron (1788-1824). Vale lembrar que, a Segunda Geração do Romantismo recebeu o nome de "Byroniana ou Ultrarromântica", justamente por estar inspirada na produção desse poeta. Ficou interessado? Então, vamos conferir essa sugestão.

 

Mesmo falecendo ainda muito jovem, com apenas 20 anos, Álvares de Azevedo é autor de uma grande produção de obras com temática extremamente egocêntrica e sentimental, mas que seria publicada apenas após sua morte. Suas principais obras são Lira dos Vinte Anos, Poema do Frade, Macário, entre outras. Porém, Noite na Taverna (1855), claramente foi a obra de Álvares de Azevedo que teve maior destaque. O livro é uma coletânea de narrativas perfeitamente no clima romântico byroniano, trazendo toda a atmosfera mórbida romantizada pelos escritores dessa estética literária.

 

O crítico literário, Alfredo Bosi, em sua obra “História Concisa da Literatura Brasileira”, afirma que a obra do jovem poeta é marcada pelo desejo de fugir da realidade, encontrando refúgio no sonho ou na morte. 

 

Ultrarromantismo no Brasil

 

Ocorrida na segunda metade do século XIX, a Segunda Geração do Romantismo brasileiro é uma geração do pessimismo e da privação. O nacionalismo da primeira geração deixa de ser recorrente na produção dessa fase e, assim como no romantismo europeu, os poetas ultrarromânticos aqui estão mais preocupados com as próprias dores. 

 

Chamar a geração de poetas desse  movimento literário de geração do “mal-do-século” é uma boa definição. Acontecimentos tristes e trágicos, desilusões, amores impossíveis e mortes são alguns dos temas mais recorrentes nas obras desses escritores, além de que boa parte deles morreu ainda jovem, frequentemente de tuberculose. É importante ressaltar que tais características já eram encontradas no Romantismo, no entanto, na estética ultrarromântica ocorreu um exagero desse sentimento de mal-estar.

 

Somado à temática pessimista, é recorrente na produção dos jovens poetas o estilo simples, marcado por poemas em quartetos (estrutura popular), e a musicalidade, que não seria possível em textos com maior rigor formal. O Ultrarromantismo brasileiro também utiliza bastante os elementos da natureza como base para compor a significação de suas obras, o que aproxima o movimento do Arcadismo.

 

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Bons estudos!

 

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