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Sugestão de leitura para o CACD: O Quinze

Sugestão de leitura para o CACD: O Quinze

Conteúdo postado em 08/05/2020

 

Olá, sapientes!

 

Rachel de Queiroz foi a primeira mulher a integrar a Academia Brasileira de Letras e a primeira a receber o Prêmio Camões, atribuído pelos governos do Brasil e de Portugal aos grandes escritores da língua portuguesa. Bacana, né? Então continua lendo para conferir o romance mais famoso dela!

 

Além de integrar, no início de sua produção, a geração de 1930, conhecida pela tendência regionalista, Rachel de Queiroz possui uma obra vasta que inclui também crônicas, contos e peças de teatro. Foram 72 anos de carreira como escritora e jornalista, e 92 de vida até falecer no Rio de Janeiro, em 2003.

 

O Quinze, seu primeiro e principal romance, conferiu à Rachel de Queiroz o título de uma das maiores autoras da segunda geração modernista. Quando publicado, em 1930, Graciliano Ramos julgou o título como “obra de barbudo”, devido ao tom crítico e importância do livro para a produção regionalista, e não a produção de uma menina de 19 anos.

 

Sobre o que fala o livro?

 

O livro narra a trajetória de Chico Bento e sua família. Após perder o emprego como vaqueiro devido à seca de 1915, o protagonista não vê outra alternativa além de migrar com seus familiares. Durante o percurso, essa família enfrenta diversas dificuldades, na esperança de alcançar melhores condições de vida em Recife. No entanto, ao chegarem ao destino, os abusos e o sofrimento continuam, o que os impelem, no final do romance, a iniciarem uma nova jornada, agora para São Paulo.

 

A importância do livro está nas denúncias feitas pela autora. Rachel de Queiroz descreve os “campos de concentração” criados durante a seca para “acolher” os retirantes, isto é, isolar a população maltrapilha, que fugia da seca, da população das cidades do litoral. Sem falar no debate sobre a miséria e a sujeição dos mais pobres à dinâmica de poder alimentada por essa situação. 

 

No entanto, o que torna a obra ainda mais rica é o fato de a autora ter retratado o que ela observou e vivenciou na seca de 1915. Ela também teve de deixar o Ceará e partir com sua família para o Rio de Janeiro durante esse marco histórico.

 

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Até a próxima!

 

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