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Sugestão de leitura para o CACD: Flores, votos e balas: o movimento abolicionista brasileiro (1868-1888)

Sugestão de leitura para o CACD: Flores, votos e balas: o movimento abolicionista brasileiro (1868-1888)

Conteúdo postado em 03/04/2020

Olá, sapientes!

 

Se tem um item do conteúdo programático do edital do CACD que não pode ficar de fora da sua preparação, esse item é o 5.3 de História do Brasil que aborda a questão da escravidão. E uma boa forma de estudar esse tema é por meio da leitura de “Flores, votos e balas”, da historiadora Angela Alonso.

 

Com um texto envolvente, Angela Alonso buscou escrever uma obra profunda e que, ao mesmo tempo, permitisse o acesso do público em geral à discussão sobre o primeiro movimento social de massas do país. E com essa linguagem clara e cativante o livro vai destrinchando eventos, detalhes e conflitos que  marcaram o movimento abolicionista brasileiro.

 

O livro é dividido em três partes: a primeira, flores, trata do período inicial do movimento abolicionista já consolidado, que vai de 1868 a 1878. Esse período é caracterizado pela atuação majoritariamente pacífica dos abolicionistas, uma vez que seu projeto objetivava uma mudança cultural das massas ao denunciar os abusos sofridos pelos escravos por meio de peças teatrais e produções literárias. 

 

A segunda, dos votos, analisa a fase do movimento, que vai de 1878 a 1885. Nesse momento, a atuação dos abolicionistas estava focada nas câmaras e assembleias, buscando gradualmente diminuir os abusos da escravidão através da via política e legal. A terceira, das balas, discute sobre a fase final do movimento, de 1885 até a lei áurea, em 1888. Essa foi a fase mais exaltada do abolicionismo, quando os integrantes do movimento passam a concentrar esforços no apoio às fugas dos escravos.

 

Angela Alonso, ao avaliar o processo abolicionista, apresenta uma explicação mais estruturalista para o fim da escravidão, apesar de focar os estudos da obra no movimento abolicionista. Para a historiadora, o fim da escravidão foi resultados de um conjunto de fatores econômicos e político muito mais que consequência do movimento abolicionista.

 

Concordando ou não com a opinião da historiadora, a importância da obra para a historiografia brasileira é inegável. E então? Bora ler? 

 

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Bons estudos!

 

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