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Nomes de destaque da diplomacia brasileira

Nomes de destaque da diplomacia brasileira: Os “Dantas” da diplomacia brasileira

Nomes de destaque da diplomacia brasileira: Os “Dantas” da diplomacia brasileira

Conteúdo postado em 24/01/2022

Olá, sapientes!

 

Conhecer bem os nomes de chanceleres e embaixadores que marcaram a história da política externa brasileira é uma parte essencial da preparação para o CACD, não é mesmo? Com isso, o fato de nós termos três “Dantas” que se sobressaem em eventos relevantes para nossa diplomacia não facilita as coisas…

 

Isso significa que temos que ter cuidado para não confundir Francisco Souza Dantas, Raymundo de Souza Dantas e San Tiago Dantas. Por isso, resolvemos falar sobre esses três grandes nomes para ajudar nossos ceacedistas a não caírem em nenhuma pegadinha de prova! 

 

Já falamos no Blog Sapi sobre dois deles, San Tiago Dantas, um dos formuladores da Política Externa Independente durante o governo João Goulart, e Souza Dantas, o embaixador que salvou cerca de mil judeus durante a Segunda Guerra Mundial. 

 

Sendo assim, os holofotes de hoje vão ficar exclusivamente no nosso terceiro “Dantas”, Raymundo de Souza Dantas, o primeiro e único (até então), embaixador negro do Brasil!

 

O escritor e jornalista não era diplomata de carreira, mas foi escolhido pessoalmente por Jânio Quadros para chefiar a embaixada brasileira em Gana. Naquele contexto, Quadros, juntamente com o chanceler Afonso Arinos e, posteriormente, San Tiago Dantas, começava a formular um posicionamento mais autonomista para a diplomacia brasileira. E isso inclui políticas de aproximação com a África. 

 

A missão de Souza Dantas em Gana

 

A nomeação de Souza Dantas foi um símbolo dos esforços da nossa diplomacia em um processo lento de aproximação e de valorização de nossas raízes e laços culturais com esse continente. A missão de Souza Dantas em Gana, primeira embaixada brasileira no continente africano, durou de 1961 a 1963 e teve o papel de construir uma imagem de “democracia racial” para o Brasil. A ideia era gerar admiração nos nossos parceiros africanos por o Brasil conseguir, em tese, a harmonia entre as diferentes etnias de seu povo multiétnico. 

 

E, para terminar, ficam aqui, como sugestão de leitura, os títulos de algumas publicações de Raymundo de Souza Dantas:

 

Sete Palmos de Terra. Rio de Janeiro: Editora Vitória, 1944. (romance).

 

Agonia. Curitiba: Editora Guairá, 1945. (contos).

 

Solidão nos campos. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1949. (romance).

 

Vigília da Noite. Rio de Janeiro: Edições da Revista Branca, 1949. (novela).

 

Um começo de vida. Rio de Janeiro: Campanha de Educação de Adultos, Ministério da Educação e Saudade, 1949. (memória).

 

Reflexões dos 30 anos. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1958. (memória).

 

O lado da sombra. Rio de Janeiro: Gráfica Tupy Editora, 1961. (novela).

 

África Difícil: missão condenada. Rio de Janeiro: Editora Leitura, 1965. (diário).

 

 

 

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Até a próxima!

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