Seja Diplomata, Faça Sapientia Recorde de Aprovação no CACD

Matricule-se Agora

O Concurso

Saiba mais sobre o Concurso CACD

  1. Quem Realiza

    Realizado pelo Instituto Rio Branco (IRBr) com a colaboração do Instituto Americano de Desenvolvimento (IADES), o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata é promovido desde a década de 1940. Embora sofra pequenos ajustes periódicos, o formato do CACD estabilizou-se em uma fase com questões objetivas (chamada popularmente de TPS pelos candidatos), seguida de fases com questões dissertativas. Nos últimos onze anos, o concurso apresentou entre três e quatro fases – em 2019, no entanto, serão duas etapas.

  2. Primeira Fase: Prova Objetiva

    Apesar da mudança de banca organizadora, função agora realizada pelo IADES, o modelo de prova na primeira fase de 2019 mantém os padrões utilizados nos últimos anos. Em 2019, serão 73 questões, com quatro assertivas cada, distribuídas em duas avaliações, uma de manhã e outra de tarde. Cada avaliação com três horas de duração e contando com as seguintes matérias:

    • Prova de 2019
    • Português (10 questões),
    • Política Internacional (12 questões),
    • Geografia (06 questões),
    • Direito e Direito Internacional Público (06 questões)
    •  
    • Língua Inglesa (09 questões),
    • História do Brasil (11 questões),
    • Historia Mundial (11 questões),
    • Economia (08 questões)

    Cada assertiva pode ser avaliada como “certa ou errada”: acertos rendem 0.25 pontos, enquanto erros subtraem 0.125. Caso não haja marcação ou haja marcação dupla, a pontuação dada para a assertiva será de 0.00. Essa etapa, desde 2015, é apenas eliminatória. A pontuação total será usada para eliminar candidatos. Na edição 2019 do CACD, apenas os 200 primeiros colocados na primeira fase serão convocados para a fase subsequente. Desses, 150 serão da ampla concorrência, 40 serão candidatos negros e 10 serão pessoas com deficiência.

  3. Segunda Fase: Prova Dissertativa

    Em 2019, a etapa consistirá em provas dissertativas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil, Geografia, Política Internacional, Economia, Direito, Espanhol e Francês, Diferente da primeira fase, a pontuação de todas estas provas conta para a classificação final.

    A prova de língua inglesa consiste em uma redação de 400 a 450 palavras, sobre tema determinado, além de duas traduções, de português para inglês e de inglês para português, e de um resumo de texto.

    As avaliações de língua portuguesa e língua inglesa serão realizadas em dias exclusivos, com cinco horas de duração cada. Já as demais provas serão divididas em outros três dias, com divisão no período da manhã e no período da tarde, e quatro horas de duração reservadas para cada.

    A prova de língua portuguesa consiste em uma redação de 65 a 70 linhas, sobre um tema determinado, além de dois exercícios com respostas entre 15 a 20 linhas.

    A prova de língua inglesa consiste em uma redação de 45 a 50 linhas, sobre tema determinado, além de duas traduções, de português para inglês e de inglês para português, e de um resumo de texto.

    As provas dissertativas de História do Brasil, Geografia, Política Internacional, Economia e Direito e Direito Internacional Público terão quatro questões cada.

    Ademais, na atual edição do concurso, esta fase também inclui provas dissertativas de Francês e Espanhol.

  4. Depois de Aprovado...

    O aprovado no Concurso de Admissão do Instituto Rio Branco entrará para a carreira diplomática como Terceiro-Secretário. Os cargos seguintes na carreira são: Segundo-Secretário, Primeiro-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe e Ministro de Primeira Classe (Embaixador). Todos os diplomatas de carreira são servidores públicos. Têm, portanto, de ser aprovados no Concurso de Admissão, nomeados oficialmente, apresentar uma série de documentos exigidos por lei, submeter-se a exame psicotécnico e, por fim, tomar posse, em cerimônia solene que geralmente ocorre no palácio do Itamaraty em Brasília.

    veja ao lado os requisitos para investir na carreira de diplomata »
  5. Treinamento e Curso de Formação

    O treinamento durante a carreira é contínuo. O diplomata tem de ser capaz de bem representar o Brasil perante a comunidade de nações; de colher as informações necessárias à formulação de nossa política externa; de participar de reuniões internacionais e, nelas, negociar em nome do Brasil; de assistir, no exterior, às missões de setores do governo e da sociedade; proteger seus compatriotas; e de promover a cultura e os valores de nosso povo. Para tanto, a carreira tem início no Curso de Formação de Diplomatas do Instituto Rio Branco (IRBr). Ao longo da carreira, o diplomata retornará ao IRBr para novos cursos, como o Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas (CAD) e o Curso de Altos Estudos (CAE), além de outros cursos de atualização.

    Durante o Curso de Formação, você será preparado para tratar de uma série de temas relevantes para a agenda internacional do Brasil. Os jovens diplomatas estudarão temas que vão desde paz e segurança, normas de comércio e relações econômicas e financeiras até direitos humanos, meio ambiente, tráfico ilícito de drogas, fluxos migratórios, passando, naturalmente, por tudo o que diz respeito ao fortalecimento dos laços de amizade e cooperação do Brasil com seus múltiplos parceiros externos, tendo sempre como referência os interesses do país.

Sobre o Instituto Rio Branco (IRBR)

O Instituto Rio Branco (IRBr) é uma das mais respeitadas escolas de diplomacia do mundo. Foi criado em 18 de abril de 1945, como parte da comemoração do centenário do nascimento de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Em março de 1946, estabeleceu-se o Curso de Preparação à Carreira de Diplomata do IRBr, cuja primeira turma foi composta de 27 Cônsules de Terceira Classe, como eram nomeados então os Terceiros-Secretários de hoje.

É dessa data também a obrigatoriedade de concurso público para acesso à carreira. Os objetivos do IRBr sempre foram harmonizar os conhecimentos adquiridos nos cursos universitários com a formação para a carreira diplomática, desenvolver a compreensão dos elementos básicos da formulação e execução da política externa brasileira e preparar os alunos para as práticas e técnicas da carreira. O estudo para o CACD é apenas o início.