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Nomes de destaque da diplomacia brasileira: Azeredo da Silveira

Nomes de destaque da diplomacia brasileira: Azeredo da Silveira

Olá, sapientes!

 

Azeredo da Silveira é um dos ministros das Relações Exteriores mais conhecidos dos ceacedistas. Quer saber o porquê? Pois bem… A razão está menos ligada à  identidade do chanceler que ao período histórico que ele esteve à frente do Itamaraty. Isso porque Azeredo foi o chanceler de Geisel, em um dos contextos da política externa brasileira que mais aparece no CACD. Sendo assim, vamos fazer uma revisão dos pontos mais importantes da gestão de Azeredo da Silveira para a prova do CACD. Estão prontos?

 

Pragmatismo responsável e ecumênico

 

Se vocês ainda não sabem, é bom prestar atenção para o fato de que cada gestão de um ministro das relações exteriores do período da ditadura civil-militar é apelidada com uma frase que resume a política externa brasileira (PEB) daquela gestão. No caso de Azeredo da Silveira, a gestão ficou conhecida como PEB do pragmatismo responsável e ecumênico.

 

Isso significa que a autonomia, o pragmatismo e o universalismo foram as bases da política desse chanceler. Com o apoio de Geisel, Azeredo da Silveira formulou estratégias para aumentar o número de parceiros do Brasil, aproximando o país do mundo árabe e chegando a estabelecer relações diplomáticas com a China comunista em plena ditadura militar.

 

Ainda assim, a política de Azeredo não tinha o objetivo de romper com os Estados Unidos. E para deixar isso claro, o chanceler assinou com Kissinger, então secretário de estado dos Estados Unidos, um memorando de entendimentos no início do governo Geisel.

 

Mas nem tudo são flores…

 

A chancelaria do embaixador Azeredo da Silveira também é bastante conhecida por ter sido o ponto inicial de um aprofundamento crítico dos desentendimentos com a Argentina (lembrando que até aquele momento o relacionamento entre o Brasil e a Argentina só flutuava entre crises de rivalidade e momentos de indiferença), que só se resolveria no governo seguinte. 

 

Além disso, houve também divergências com os Estados Unidos em temas como direitos humanos, já que o governo Carter estava criticando a ditadura militar; e energia nuclear, uma vez que o Brasil fechou um acordo nuclear com a Alemanha em 1975, a contragosto da potência americana.

 

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